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Um Chute na Idolatria – Bispo Sergio Von Helde

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Prefácio

A Bíblia, considerada pelos evangélicos

como a única, verdadeira e infalível Pa-lavra de Deus, condena explicitamente aqueles que se curvam diante dos ídolos, em todas as suas formas. Porém, a idolatria ainda é praticada abertamente por muitas pessoas que se dizem cristãs, mesmo sendo um tema muito presente nos textos sagrados.

Somente no Brasil existem padroeiros (ou santos) “especialistas” em atender a todos os pedidos e a resolver todos os tipos de proble-mas. O povo utiliza orações e promessas para inúmeras situações, algumas inusitadas, como por exemplo, prender ladrões, encontrar obje-tos perdidos e até mesmo para conquistar um marido ou uma esposa. Poucos são os que se lembram de servir ao verdadeiro Deus, ao cria-dor, mantenedor de todas as coisas.

Isso provoca indignação naqueles que amam a verdade; a mesma indignação que fez o bispo Von Helde a levar uma imagem da Nossa Senhora Aparecida, a “Padroeira do Brasil”, para a TV Record em 12 de outubro de 1995, disposto a alertar milhões de telespecta-dores sobre o erro de adorar uma escultura de gesso ao invés de adorar o Criador.

Ousado e fervoroso em sua pregação, ao ponto de tocar a imagem com as mãos e com os pés, sem imaginar o escândalo pastoral que seu ato causaria, o bispo Von Helde intencio-nava apenas mostrar que uma imagem de ges-so, sem vida e sem poder, nada poderia fazer por seus adoradores, mesmo se tratando de uma imagem real de Maria de Nazaré, mulher submissa a Deus, escolhida entre todas para ser a mãe do Salvador e elogiada pelos anjos como cheia de graça.

Sem intenção de ser desrespeitoso com a me-mória de uma serva de Deus do passado, o bis-po representou o pensamento protestante legíti-mo da época dos reformadores, afirmando que pessoas falecidas e objetos feitos por mãos hu-manas não podem ser tratados como divinda-des, recebendo honras devidas somente a Deus.

Em seu entusiasmo de evangelizar, porém, chegou a afirmar que a imagem em questão era feia e desprovida de graça, por esta atitude tratou de pedir perdão publicamente aos que se sentiram ofendidos. Pedido esse que, diga-se de passagem, ainda não havia sido aceito pela igreja de Roma.

Esse episódio poderia ter passado despercebido para o público e ser visto apenas como uma simples manisfestação protestante, cuja doutrina é incompatível com a do catolicismo romano. Todavia transformou-se no centro de uma polêmica que envolveu até o Presidente da República. Tudo porque os meios de comunicação, contrários a causa evangélica no Brasil, liderados pela Rede Globo, aproveitaram a oportunidade para criar um choque nacional, manipulando a opinião pública, forjando imagens, distorcendo fatos e utilizando pessoas de diferentes classes sociais para que a obra de Deus fosse prejudicada em todas as áreas de sua atuação.

Tomando partido da polêmica, a Igreja Ca-tólica Romana aproveitou-se desse episódio para revitalizar os cultos de adoração a Nos-sa Senhora da Aparecida e aos demais santos, muito desgastados nos últimos anos, graças ao aumento dos evangélicos no país.

Neste livro, escrito nas horas de reflexão e estudo bíblico, enquanto esteve afastado de suas atividades, o bispo Von Helde esclarece o significado da atitude que tomou naquele doze de outubro, quando ensinou o genuíno Evange-lho, via satélite, para todo o Brasil.

“Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo …”

Os Editores

 

Tamanho: 10×17
Páginas: 208

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